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sábado, 12 de março de 2016

Introdução ao Linux

Tentarei aqui ser o mais completo mas sem me aprofundar, só descreverei alguns poucos detalhes do que é que estão lidando.

Linux: Não é uma marca, não é uma empresa, é apenas um software que faz o intermédio entre o usuário ou uma aplicação e o hardware. É desenvolvido de forma em que seu código é acessível a qualquer um, ou seja, qualquer um pode modificar para seu uso ou então até mesmo sugerir melhorias para versões futuras, esse formato é chamado open source. Ele por definição nem se quer é um sistema operacional (S.O.), ele é o núcleo do sistema (kernel) que para ter utilidade depende de um sistema operacional como o Android, ou então uma distribuição para desktop (conhecido como distro).

Tux - o mascote do Linux

Kernel: Há várias formas de núcleos, eles podem ser MicroKernel que traz apenas gerenciamento da CPU, memória e IPC (comunicação com o S.O.), Monolithic Kernel que é oposto ao micro, trazendo gerenciamento de todos dispositivos, drivers, etc, e por fim o Hybrid Kernel que une um pouco dos dois. O Linux é um kernel monolítico, e tem versões apropriadas dependendo da função desejada para o sistema, pode ser um kernel Generic, Low Latency e Realtime, a diferença é que esses dois últimos possuem uma resposta mais rápida a interpretar comandos, eles dão prioridade máxima ao processo principal, e isso faz com o que o restante do sistema possa se tornar instável. Ou seja, a não ser que realmente precise, o ideal é usar o Generic pois lida melhor com multitarefas.

Distro: É um sistema operacional baseado em Linux, existem milhares de distribuições, qualquer pessoa pode criar a sua. Existem ótimas distribuições mas também existem péssimas, como as que vinham nos PCs, ou então os Linux disponíveis nas escolas públicas, o que é uma pena visto que isso mancha muito a imagem. As coisas começaram a mudar com o tempo, nos meados da década passada surgiram distribuições com a finalidade de tornar mais acessível ao público, como o brasileiro Kurumin e o mais importante, o Ubuntu. Hoje em dia há distribuições para o mais leigo como o Mint como ainda possui para os mais avançados como o Gentoo, em que depois de bem configurado possui ótimo desempenho, mas já aviso que não é pra qualquer um. Merecem ser citados também o Fedora e o OpenSUSE. A variedade de distribuições é tanta, com diversos sabores (flavors) que é fica tudo a gosto do cliente, e agora com o SteamOS conseguindo seu espaço, pode-se ter até mesmo uma plataforma completa de jogos. As distribuições podem ser de duas formas de atualizações, ou pode ser Standard Release Cycle ou Rolling Release.

Saudades Kurumin

Standard Release Cycle: São distribuições em que tem suas atualizações lançadas em períodos de tempo, é o formato mais comum. Possui um prazo para lançamento de uma nova versão, e um prazo maior para termino do suporte, não é uma regra padrão entre as distribuições. Há versões em que seu ciclo de suporte é maior, e é claro, possuem maior estabilidade, são chamados de Long Term Support, mais conhecido como LTS.

Rolling Release: São distribuições em que é atualizada constantemente, priorizando aplicativos e recursos atuais do que versões estáveis dos mesmos. Por um lado é ótimo por usar tudo do mais recente, mas tem seu lado ruim, que é as instabilidades que o usuário está suscetível.

Flavor: Os sabores nada mais são que variantes de uma mesma distribuição, mudando sua interface gráfica (ambiente gráfico) e aplicativos ou apenas uma adequação ao seu uso, o Ubuntu é um ótimo exemplo, pois além do Ubuntu oficial ele tem: Ubuntu GNOME, Kubuntu, Lubuntu, Xubuntu, Ubuntu MATE em que mudam apenas o ambiente gráfico e alguns apps, e tem também Edubuntu, que é feito com foco para educação, Ubuntu Kylin para chineses, Mythbuntu com foco em media center, Ubuntu Studio que seu foco é em criação e edição multimídia, ele carrega consigo um kernel low-latency.

Logotipos dos sabores do Ubuntu

Ambiente Gráfico: É a interface do sistema operacional, para o Linux há uma infinidade, do mais simples ao mais estiloso, alguns tão leves que podem ressuscitar aquele seu PC jurássico. Os mais conhecidos são: Unity, Gnome, KDE, XFCE, LXDE, Cinnamon, MATE, e um novo mas que vale citar: Budgie (acho ele muito bonito). Existem ainda muitos outros, mas geralmente não são tão práticos. Você pode instalar todos, porém não recomendo pois pode causar conflitos e dar muita dor de cabeça. O ideal é escolher uma e usar uma distribuição com ela pré-instalada, ou testar em uma maquina virtual.

São bonitos, não?

Sistema de arquivos: É a forma em que os dados são armazenados em um dispositivo de armazenamento, o Linux suporta dezenas de sistemas de arquivos, sendo atualmente o mais comum EXT4.

SWAP: É a memória virtual do Linux, a partição SWAP é alocada no HD, serve para caso o sistema ocupe toda memória RAM do computador, o restante é alocado na memória SWAP. Dizem que o ideal é ter pelo menos o tamanho igual ao da memória RAM do sistema, eu acho besteira, visto que é um sistema leve, um PC com 8GB muito dificilmente ocupará tudo. Pra mim caso tenha 8GB ou mais, 2GB de memória SWAP já é o suficiente para o uso comum, no caso de trabalhar com criação multimídia acho que é mais seguro aumentar esse valor.

Estrutura dos diretórios: Isso pode ser um pouco complicado para se entender pois no Windows é ridiculamente simples, mas com o passar do tempo verá que torna o sistema muito mais organizado e aberto (desde que para modificar o usuário seja root). Não é necessário decorar para que cada um serve, provavelmente não usará nem a metade, e usará só o /home, um breve resumo:
/ : diretório raiz do sistema
/bin : diretório dos executáveis
/boot : arquivos referentes a inicialização do sistema
/dev : representação de todos dispositivos no sistema
/etc : arquivos de configuração/scripts
/home : é onde ficam as pastas do usuário, seria como "Meus Documentos" do Windows
/lib : onde ficam as bibliotecas do sistema, ou dos executáveis
/media: aqui são montadas as mídias removíveis, como Pendrive, HD externo, DVDs, etc.
/mnt : aqui são montadas um sistema de arquivos externo, como outro HD interno por ex.
/opt : dados de aplicativos opcionais que não tem relação com o sistema
/proc : são armazenados informações sobre processos ou recursos em execução
/root : diretório pessoal do usuário root
/run : permite que aplicativos armazenem dados para sua execução
/sbin : mesmo que o /bin, porém são executáveis que só são executados por um root
/srv : dados de servidores e serviços em execução
/sys : provê informações sobre vários dispositivos e kernel
/tmp : arquivos e diretórios temporários
/usr : executáveis de uso entre os usuários comuns
/var : arquivos variáveis, como logs por exemplo.

Root: Ou super usuário, é o usuário com poder total no sistema, pode acessar e executar qualquer arquivo. Abaixo dele é o administrador, que pode executar comandos como root porém precisa dar o comando para acesso, e abaixo é o usuário comum, que não pode alterar em nada o sistema.

Console: Ou terminal, é a janela de comandos do Linux. Ele é o acusado por ser "difícil usar o Linux", o que é mentira, visto que hoje em dia seu uso é opcional, dá para ser feito tudo sem nem se quer tocar nele. Mas a questão é, ele agiliza demais as coisas, por exemplo enquanto consegue instalar o VLC com 4 palavrinhas e uma senha nele, olha o trabalho e o tempo que dá fazer isso no Windows: abrir o navegador, pesquisar o software, baixar, executar instalador.

Não é tão difícil vai...

GRUB: ele seria o bootloader do sistema, você pode colocar vários sistemas paralelamente, criando o que é chamado de dualboot. Seu arquivo de configuração é localizado em /boot/grub/grub.conf, porém há aplicativos para auxiliar a configuração do mesmo.

FSTAB: contem configurações para automatizar o processo de montagem das partições que são salvas em /mnt. Seu arquivo de configuração é /etc/fstab, mas há como fazer isso com aplicativos.



Por enquanto é só, acho que com essas informações já dá para se ter uma base do que esperar de um sistema Linux, se eu errei em alguma coisa ou faltou algo a dizer, opinem nos comentários.

quarta-feira, 9 de março de 2016

Mundo novo, vida nova! Bem vindo de volta Tux!

Sempre fui um curioso em tudo o que se refere a informática, porém como eu era novo e o único computador que eu tive acesso era compartilhado eu não pude fazer o que bem entendia. Mas eis que entre as "formatadas" do XP eu testei o Mandrake Freq. 8. Eu tinha lá meus 12 ou 13 anos, fiquei espantado, não sabia fazer nada nele mas era um sistema bonito e tudo respondia muito bem, as coisas eram difíceis naquela época, drivers então... Daí retirei o sistema e voltei para o XP, mas aquela curiosidade ficou. Depois disso surgiu o Kurumin, distribuição famosíssima brasileira, que épico era o sistema que rodava pelo CD, e bom porque eu não podia trocar o sistema do PC.

Depois de alguns anos consegui meu primeiro netbook, era bem fraquinho, não titubeei em colocar um sistema Linux nele, e como o Kurumin havia sido descontinuado conheci a distribuição mais importante de todos os tempos, o Ubuntu. Ótimo sistema, sem nenhum problema com drivers, facílimo de se usar. Foi passando o tempo, melhorando minha renda, e então comprei um notebook com uma APU capaz de rodar bons jogos, este notebook veio com Windows 7 (já existia o 8), e resolvi não tirá-lo por conta dos jogos. Vendi meu netbook, e fui embuchando minha biblioteca da Steam. Passou-se mais um tempo e de novo fiz um upgrade, vendi meu note e comprei um ótimo PC novamente com o Windows.

Neste momento já estava ciente de toda polêmica envolvendo a Valve e Microsoft, em que o Gabe Newell acusou a Microsoft de que esta estaria acabando com os jogos na plataforma. Não importei muito, pois era "só uma marolinha", mas dali surgiu a ideia do SteamOS e reacendeu minhas esperanças.

E então a Microsoft resolveu lançar seu sistema "gratuito", o Windows 10. Sistema que prometia ser o definitivo, melhor plataforma que jamais se viu, com o DirectX 12 e seus ganhos épicos de performance. Todos ficaram ansiosos, inclusive eu. Porém em seu lançamento foram só polêmicas, para quem estava acostumado a usar programas contra spywares, um sistema que já tem um embutido nele, é complicado. Surgiram problemas de compatibilidade com softwares antigos (comum na história do Windows), e alguns problemas de drivers esses que até hoje são comuns. Sim, há quem diga que não houve problemas, porém não fui desses felizardos. O que eu deveria fazer? Voltar para o 7? Foi o que eu fiz, meio indignado com a experiência, e puto com a inconveniência de insistirem para que eu voltasse para o 10, fiquei quieto.

Passado um tempo, anunciaram o UWP - Universal Windows Platform -, e como sempre, exclusivo para seu último sistema. Foi a gota d'agua.


Eu deveria ter seguido as profecias do mestre Gabe antes, mas tudo bem, tudo ao seu tempo. A partir deste ocorrido decidi migrar de vez para o sistema do pinguim, visto que todos meus aplicativos eram os open source, não foi difícil convencer minha esposa. Além do mais, 2016 está recheado de boas notícias, surgiu o Vulkan já superando em muito o OpenGL, lançamentos e anúncios de "ports" frequentes, Microsoft causando revolta de muita gente (inclusive gente importante), lançamento desastroso da sua loja. A minha biblioteca caiu bastante, mas estou confiante, a tendência é só melhorar, e agora só verão meu dinheiro quem quiser apoiar o SteamOS.

Concluindo: Mudarei o rumo do blog, focarei apenas no linux, algumas dicas para iniciantes, outras dicas para jogos, sejam nativos ou até mesmo emulados. Desculpe o "textão", abraços.

Como dizem: 2016 é o ano do Linux

sábado, 22 de novembro de 2014

Piratear jogos atualmente é justificável?

   Resposta simples: Não!

   Vou começar essa matéria já defendendo meus pontos:
   É aceitável para aquele pai trabalhador, que não joga, tem suas contas para pagar, recebe pouco e quer dar um pouco de alegria para suas CRIANÇAS, tudo bem! Ele consegue tudo com esforço e quer harmonia na família, e seus filhos não tem condição de satisfazer as próprias vontades. Hoje em dia esses pais que desconhecem sobre video-games estão cada vez mais escassos, e os jogadores estão se tornando pais.
   É aceitável quando o jogo original está inacessível, principalmente quando o vídeo game se torna obsoleto, por exemplo o Wii em que muito dos seus jogos são raros de encontrar, ou o PS2 na época e por aí vai. Na minha cidade mesmo nunca vi jogo original do PS2 ou do Wii. Hoje em dia todo console tem uma store, onde fica fácil pesquisar preços, para o PC então, nem se fala (explicarei melhor mais a baixo).
   É aceitável emular (polêmica!) quando não se encontra mais o console à venda e menos ainda jogos novos, por exemplo, PSOne, Dreamcast, Game Cube, que nem se quer são rentáveis. Para os puristas é melhor comprar o console usado.
   Me refiro apenas a jogos e consoles novos, pois usados é "quase pirataria", considerando que é uma licença para cada e ela já foi usada. Claro que quem vende perde a posse, e "dá licença" para outro usuário, justo não? Porém para a empresa não é assim. No mundo dos PCs é comum ver avisos de 1 serial por máquina/pessoa/conta. Por isso deixarei de citá-los.
   "Ah os jogos no Brasil são caros!", não é tão mais caro, e as vezes é mais "em conta" do que lá fora, vejam bem o dólar hoje está R$ 2,522, os jogos são lançados lá fora por 60 dólares em média, em conversão direta ficaria em R$151,32. A maioria dos jogos aqui são vendidos a R$199, aí tira taxas de importação, impostos, lucros das lojas que costuma ser grande, e geralmente costumam aplicar o frete nesse valor. Vamos lá, 200-152=48, 48 reais que entrega nas mãos dos outros. Bom, pegarei o Call of Duty Advanced Warfare de exemplo (lançado faz 19 dias), o jogo hoje é vendido na Gamestop por $59,99, daí fiz uma pequena busca no Buscapé e na Steam.


   E o que temos? Você encontra o jogo por R$173,90 mais frete (aqui, interior de minas fica em R$15), podendo ser dividido em 5x sem juros, daí voltando à aquela continha temos R$22 de taxas, pra PC então nem se fala, na Gamestop está $59,99 (versão digital) e na Steam brasileira se encontra por R$109,99... Quase R$50 a menos, isso porque a Activision tem fama de mercenária, outras produtoras costumam ultrapassar esse valor de desconto. E outra, várias lojas costumam fazer boas promoções, Veja essa promoção relâmpago do Assassins Creed Unity (lançado há 11 dias) no Ponto Frio:


   Um lançamento a R$130, não mata ninguém! Esse foi só um exemplo, o Ponto Frio mesmo costuma fazer umas promoções de R$99. As stores digitais também fazem algumas promoções. Isso para consoles, no PC então... Já cansei de comprar lançamentos a 60~70R$, vejam a minha matéria sobre lojas no PC, dou várias dicas para ficar por dentro de promoções. E digo mais: quem precisa comprar em lançamento? Ninguém! Os preços caem consideravelmente com o tempo, e não perdem sua qualidade, não é porque o jogo tem 2 ou 3 anos faz dele ruim! 
   "Ah mas lá fora o salário mínimo é $1000, um jogo é menos de 1/16 do salário", pra mim esse é o argumento mais patético que alguém pode citar, comparar um país de "1° mundo" com um "emergente" é ridículo. O problema maior está no Real, que impede de que tenhamos poder de compra de produtos estrangeiros, ou vai dizer que o justo seria o salário mínimo do brasileiro ser de R$2522 para equivaler a lá fora? Infelizmente não é a realidade do Brasil, se o Real pelo menos se aproximasse do valor do dólar, nossa vida seria outra! Um outro detalhe que acho bobo nesse argumento é as pessoas medirem salários de acordo com o salário mínimo, isso não se faz mais. Nunca irá acontecer de alguém oferecer um emprego e dizer "oh, você ganhará 2 salários mínimos", porque as empresas não dão aumento da mesma forma que sobe o salário mínimo. Outro ponto também, é que quem recebe um salário provavelmente não terá consoles novos, e uma dica se você recebe um salário mínimo, deveria usar esse dinheiro e investir em estudo para assim conseguir uma forma de se promover na vida, e com os jogos (muito provavelmente) não conseguirá.
   E isso é tão hipócrita, porque você vê muita gente por aí recebendo pouco e gastando quantias orbitantes em coisas ridículas. Tem muito cara aí gastando em rodas de carro um valor maior que do próprio carro! Sem contar o gasto adicional de colocar ele arrastando no chão, mais um som estridente de uns 2 ou 3 mil. Ou então pessoas que dão R$100 em uma garrafa de whisky e mais de R$100 em um convite para um evento que se bobear ainda acaba em brigas. Ou ainda criaturas que gastam mais de R$400 em um tenis... Brabo

   Bom, concluindo: 
   Não apoie a pirataria, de forma alguma! O Brasil tem ganhado mais destaque foi graças ao aumento considerável de pessoas que preferem os jogos originais, temos muito mais jogos localizados em português do que nunca!
   Os jogos são divertidos, mas nem de longe são essenciais. Se está achando um jogo caro, espere pacientemente que ele diminua o preço ou fique atento à promoções, se ainda assim quiser jogar, compre um jogo mais antigo, porque vale a pena. A pirataria prejudica sim as empresas, e se o alto preço te revolta, não desconte nas empresas e sim no governo, porque eles estão lá por nossa culpa e só nós poderemos mudar esse quadro!

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Stores

   Hoje posso falar com orgulho em que todos os meus jogos para PC são originais, nesses 4 anos com essa ideia já passei do marco dos 300 jogos, claro que muitos desses são de bundles, muitos, mas muitos eu ganhei, seja por promoção no Facebook ou em portais de jogos, ou até mesmo algum usuário me dá. Igual um dia em que uma nobre alma me enviou um serial do Dead Space 3 apenas por eu ter feito um comentário em um site (¯\_(ツ)_/¯), muito obrigado!
   Muito disso é graças a facilidade que nós, usuários de PC temos, as diversas fontes em que podemos comprar jogos e aproveitar das promoções. Venho aqui citar algumas das lojas em que já comprei e que oferecem boas promoções, recomendo que para acompanhar, siga as páginas no facebook e/ou por feeds RSS:
          Esse é o principal serviço que virou o jogo a favor dos usuários de PC, onde a plataforma estava condenada pela pirataria descarada, hoje se tornou uma das mais rentáveis. Por várias vezes no ano faz eventos onde grandes jogos recebem promoções de 50, 70, 80%. E um detalhe muito interessante é que a Steam vende em diferentes preços por região, onde há mais pirataria ela dá um incentivo para diminuir essa taxa, aqui no Brasil e na Rússia, são mais baratos que nos USA por exemplo. Na Steam também há várias páginas da comunidade para cada um dos jogos, muito bom, sempre tem alguém com a mesma dúvida sua e outros ajudando. Mas como nem tudo são flores, querendo ou não a Steam é um DRM, não incomoda em nada, mas não deixa de ser.
          Este é um programa da EA semelhante ao Steam, porém é muito injustiçado, onde os fãs da Steam reclamam muito das vezes sem razão. Como ele é da EA os jogos dela tem mais destaques, possui de outras mas um pouco mais discreto. No serviço assim como na Steam se encontra várias promoções, diversos jogos dela a R$5. Claro que é chato precisar de mais um programa para jogar, porém infelizmente se quiser jogos da EA é preciso aceitar. Ele tem suas vantagens, a EA costuma dar jogos pela página do facebook, e não foram poucos e nem ruins, jogos como The Sims 2, Dragon Age Origins, Plants vs Zombies, Dead Space, etc., fora que o programa dá mais liberdade e é mais transparente que o Steam.
          Site de velharias, aqui onde se encontra aquele joguinho que você jogava lá nos anos 90 (não, não tem o Prince of Persia e nem o Karateka), sim há jogos recentes, mas óbvio que o brilho do Good OLD Games são os antigões, todos perfeitamente compatíveis com os sistemas mais novos. Na verdade, muito das vezes você paga pelo jogo emulado pelo DosBOX, porém todo configurado, sem trabalho algum. O grande trunfo do site é não haver nenhum tipo de DRM nos jogos, baixou, faz o que quiser! Outra coisa de se destacar são as promoções boas que ele tem. Peca em precisar de cartão de crédito internacional.

          Grande site brasileiro de vendas, confiável, com ótimas promoções, alguns preços menores que na Steam mesmo em lançamento, vendem jogos da EA, jogos da Ubisoft entram em promoção com boa frequência. O suporte técnico é muito bom, seja por email, twitter, facebook... Os caras são muito prestativos, recomendo demais o site.
          Este é o Mercado Livre dos seriais, vários vendedores, vários preços e alguns muito baixose assim como o citado deve-se tomar alguns cuidados. Os vendedores possuem reputação, fique atento a elas, outra coisa ainda mais importante é: CUIDADO COM OS STEAM GIFTS, por dois motivos, primeiro porque não dá para saber da procedência, alguém pode ter roubado um cartão, comprado na loja e revendido como presente, ao contrário do serial que o vendedor precisa ter em mãos para assim vender independendo da Steam, e o outro motivo foi como eu falei lá em cima, a Steam vende jogos no preço de acordo com a região, e isto pode ser burlado com os gifts. E caso a Steam rastreie por força maior, você corre risco de perder o jogo ou ter a conta suspensa. Lembre-se de excluir o vendedor da lista de amigos. Fora isso, é só alegria, possui preços baixos para diversos serviços, os seriais são liberados de forma rápida, até hoje não tive problemas. Recomendo para que na hora que for pagar, pague em dólar, pois evita dores de cabeça. Só reforçando: cuidado com os gifts.


   Essas são as principais lojas virtuais na atualidade, pelo menos para nós brasileiros, e só aí você já tem inúmeros jogos com preços bem variados. Agora vou citar sites que vendem Bundles de jogos, onde você escolhe o preço a se pagar, e a partir de certo valor vai "destravando" jogos. Esses sites são interessantes mais pelo preço baixíssimo em que você consegue mais de meia dúzia de jogos. Claro que deve observar bem porque muito deles são jogos de qualidade duvidosa, mas consegui todos os jogos da série Worms por menos de R$15, por ex. Não entrarei em detalhes:


  E aqui termino a matéria, mostrando todos os recursos que temos atualmente para conseguirmos nossos queridos seriais com preços justos e de forma honesta!